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| 13.11.2007 |
| Nacional de TT terminou em festa em Góis |
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Nacional de TT terminou em festa em Góis
Mário Patrão e João Lopes foi os vencedores à geral nas classes de motos e quads, respectivamente, do 16ª Raid de Góis. A prova de encerramento serviu ainda de palco de consagração de António Maio, David Megre, enquanto campeões das classes TT3 e TT1 e ainda de João Lopes e Simão Correia nas classes de Q1 e de Q2.
Mário Patrão foi o único que chegou ao Paraíso do Todo-o-terreno com o título no bolso. Mais descontraído aproveitou para fechar o ano tal como começou, ou seja, a vencer. Sem oposição na classe, a prova valeu pelo interesse pela luta pela vitória à geral, e pelas guerras nas classes de TT3 e de TT1. Depois de um curto prólogo, de dez quilómetros, os pilotos tinham pela frente quatro especiais; dois troços (60 e 58 quilómetros) que foram percorridos por duas ocasiões.
Na luta à geral, António Maio começou por registar o melhor crono do prólogo. No dia seguinte, Maio e Patrão dividiram, em iguais partes, os triunfos nas especiais, mas o piloto da Suzuki foi o mais forte no somatório final conseguindo o triunfo com 23 segundos de vantagem. Gustavo Gaudêncio, que tinha ainda hipóteses de chegar ao título de TT3 teve que se contentar com a terceira posição da geral e com o segundo posto da classe.
O título de TT1 estava igualmente em aberto. David Megre era o líder, antes desta prova, precisando de um terceiro lugar. O piloto da KTM sabia ao que ia e ao longo de toda a prova não arriscou mais do que o necessário de forma a não comprometer a conquistar do título. Tomás Neves sabia que só o triunfo interessava e andou ao ataque do primeiro ao último metro vindo a terminar na quarta posição da geral e no comando da classe. Porém, tal prestação viria a não ser suficiente já que David Megre terminou no terceiro, atrás de Daniel Jordão, suficiente então para assegurar a conquista do ceptro.
Miguel Ribeiro foi o vencedor da classe de Promoção com o título a ficar com Paulo Santos.
Lopes ao ataque A melhor defesa é o ataque. Uma máxima levada à letra por João Lopes que fez questão de assinar o triunfo à geral – sendo inclusivamente mais rápido que o vencedor das duas rodas – e conseguiu assim assegurar o título face a Paulino Cruz. À chegada a Góis a diferença entre estes dois era de apenas um ponto, ou seja, aquele que ficasse à frente do outro levava o ceptro.
Após as primeiras duas passagens, pelas PEC 2 e 3, Vítor Santos surgiu no comando com 24 segundos de vantagem sobre João Lopes e com mais três para Paulino Cruz. Tudo estava, por isso, em aberto para a derradeira segunda volta. Na quarta PEC porém, João Lopes andou a fundo de início a fim e deixou Paulino Cruz a 41 segundos e Vítor Santos a 51. Cruz ainda tentou anular a vantagem e foi mesmo o mais rápido na quinta especial mas não o suficiente para retirar João Lopes do comando. Filipe Leal terminou no terceiro posto depois de ter sido aplicada uma penalização a Vítor Santos, que desceu para quinto. Simão Correia sagrou-se Campeão da classe Q2. Tiago Gomes foi o vencedor mas o segundo posto conseguido por Correia revelou-se suficiente para a conquista do título.
Roberto Borrego foi o vencedor na classe de Promoção mas o ceptro ficou na posse de Herlander Alves, terceiro classificado em Góis.
in Jornal MOTOR On-line (13/11/2007) |
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